Olá!
Bem vindos ao Pedagogiando!
O
direito a educação é direito de toda criança, adolescente ou adulto, seja ele
qual dificuldade tiver. E a constituição afirma isso, que todos somos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza. E a educação inclusiva parte dessa intenção, que cada
um possa procurar a plenitude do seu existir, para participar ativamente
na construção de sua vida pessoal, tendo uma existência feliz e de qualidade.
Esse
tema hoje está cada vez mais atual e
cada vez mais discutido nas escolas. E a discussão gira em torno de como ocorre
essa inclusão nas escolas?
Primeiramente
a escola deve estar adequada àquela criança, jovem ou adulto. Tendo profissionais adequados
e espaços direcionados as determinadas deficiências. Essa escola deve também
respeitar os limites do educando e desenvolver uma real integração social na
comunidade em que vivem.
A
inclusão implica também em uma mudança de paradigmas, de conceitos e costumes,
que fogem as regras tradicionais, ainda fortemente calcados na linearidade do
pensamento, no primado do racional e do ensino, na transferência dos conteúdos
curriculares.
Ainda
existe uma resistência por parte das escolas, em concretizar essa inclusão,
suas desculpas variam entre não ter profissionais especializados, salas
adequadas ou acessos dentro das escolas, exemplo para os cadeirantes, entre
outras.
A
inclusão é, portanto um conceito intrigante, que busca retirar as barreiras
impostas pela exclusão em seu sentido mais global.
A educação é,
portanto um direito de todos, e assegurá-lo é necessariamente, dar boas vindas
a esse aluno, sem questionar suas possibilidade ou dificuldades.
Respeitando-os, integrando-os ao cotidiano escolar, visando capacitar e
melhorar a vida desse educando.
Particularmente tenho
muito interesse pela LIBRAS, linguagem usada pela comunidade surda, que por esbarrar
em tanta burocracia, ainda não é difundida como deveria.
Um abraço.
Geise.